10/1/2011
O ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, assinou no final de dezembro, antes de deixar o cargo, uma portaria que institui, a partir desse ano, reserva de vagas para candidatos afrodescendentes no concurso para diplomatas, organizado pelo Instituto Rio Branco.
Na segunda das quatro fases do concurso serão acrescentadas 10% das vagas para afro-descendentes. O concurso está previsto para o primeiro semestre de 2011 e irá oferecer 26 lugares. Os candidatos deverão indicar a sua descendência africana através de uma auto-declaração na hora da inscrição. O instituto irá facilitar “um pouco mais” na segunda fase para os afro-descendentes, mas a seleção seguirá os mesmos critérios rigorosos, informou a assessoria de imprensa do Itamaraty.
Segundo o comunicado do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a reserva de vagas segue de acordo com as “iniciativas voltadas para a promoção da diversidade dos seus quadros, e em consonância com os dispositivos do Estatuto da Igualdade Racial”, lei promulgada dia 20 de julho de 2010.
A iniciativa, de acordo com o MRE, “soma-se ao Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco, iniciado em 2002, que concede bolsas de estudo a candidatos afro-descendentes, com o objetivo de auxiliar na sua preparação para o exame de admissão ao Instituto”.
Até ao momento, 198 candidatos de descendência africana foram beneficiados pelas bolsas de estudo, dentre os quais 16 foram aprovados no concurso de admissão à carreira de diplomata. O concurso do Rio Branco é tido como um dos mais disputados do Brasil. Este ano, foram oferecidas 108 vagas para mais de 13 mil inscritos.
Fonte: MRE e jornal Correio Braziliense
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11/01/2011
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